Por Mayara.
A proximidade dos processos seletivos das universidades traz o nervosismo e a apreensão comuns aos jovens vestibulandos. Todo cuidado é pouco com as armadilhas que tiram pontuação nas provas de inglês, fundamentais para alcançar as notas de corte. Preparamos para você, vestibulando, dicas para melhor aproveitamento nas provas de inglês, que podem auxiliar muito no resultado necessário para o ingresso na faculdade.
O primeiro passo, segundo a coordenadora pedagógica da PBF, Luciana Maria Andrade, é estar atualizado com os principais acontecimentos do mundo, acompanhando os assuntos por meio de jornais e revistas em português e lendo textos e notícias em inglês por meio de sites. É muito comum os vestibulares utilizarem temas da atualidade nas provas. Por isso, é válido conhecer os assuntos e pesquisá-los na Internet em inglês, para se familiarizar com as expressões, os termos e o vocabulário relacionado ao tema.
Uma outra sugestão que pode ajudar bastante é conhecer bem o perfil da prova que vai prestar, evitando surpresas e preparando o vestibulando para cada exame. Desta forma, é possível prever o que será mais cobrado, se compreensão de textos ou gramática. Umadica é pesquisar no site da própria faculdade escolhida. Procure por simulados dos anos anteriores.
Na parte gramatical é preciso muita atenção com os falsos cognatos, ou chamados popularmente de “falsos amigos”, pois são umas das principais armadilhas da provas de idioma nos vestibulares. Veja alguns exemplos:
Actually - na verdade, o fato é que. // Atualmente – nowadays, today.
Competition – concorrência. // Competição – contest.
Exquisite - belo, refinado. // Esquisito – strange, odd.
Mayor (n) – prefeito. // Maior – bigger.
Push – empurrar. // Puxar – to pull.
Realize – perceber. // Realizar - to carry out, make come true, to accomplish
Tempos verbais, pronomes relativos, voz ativa e voz passiva também merecem dedicação especial, pois geralmente aparecem nos exercícios abordados nas provas de vestibular. Redobre a sua atenção aos anunciados, as pegadinhas são mais freqüentes do que se imagina.
Obs: Matéria baseada na entrevista com a coordenadora pedagógica Luciana Andrade.
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